Uma das coisas mais bonitas que a natureza nos proporciona é este céu lindo, um espetáculo gratuito, acessível a todos.
The Revenant
Eu tinha outro post preparado para hoje mas ontem fui ver o último filme do Leo DiCaprio e só tenho uma coisa a dizer, o Óscar tem que ser dele.
The Renevant é filme duro, cruel, um murro no estômago.
Não há diálogos mas há corpo, há emoção, há compaixão, há dor.
Há uma interpretação brilhante, levada ao extremo e que merece ser reconhecida.
O instinto de sobrevivência é retratado ao pormenor e de como a força interior é tudo. Mostra-nos uma realidade tão distante e ao mesmo tão próxima.
Adorei a forma como as cenas foram filmadas. Chegam até nós, sem dó nem piedade.
Outra coisa que me conquistou foi a ponta de misticismo envolta no personagem.
Não vi os outros filmes que estão nomeados, nem a actuação dos outros actores mas digo-vos, por tudo o que vi neste filme e por toda a carreira, Leo merece a estatueta.
Vejam a apresentação aqui.
The Renevant é filme duro, cruel, um murro no estômago.
Não há diálogos mas há corpo, há emoção, há compaixão, há dor.
Há uma interpretação brilhante, levada ao extremo e que merece ser reconhecida.
O instinto de sobrevivência é retratado ao pormenor e de como a força interior é tudo. Mostra-nos uma realidade tão distante e ao mesmo tão próxima.
Adorei a forma como as cenas foram filmadas. Chegam até nós, sem dó nem piedade.
Outra coisa que me conquistou foi a ponta de misticismo envolta no personagem.
Não vi os outros filmes que estão nomeados, nem a actuação dos outros actores mas digo-vos, por tudo o que vi neste filme e por toda a carreira, Leo merece a estatueta.
Vejam a apresentação aqui.
FOMO
Fomo = Fear of missing out
Estou completamente fascinada com este fenômeno. É algo que sempre existiu, eu sei. Mas quando descrito por psicólogos, analisado, instituído como algo real fico realmente fascinada.
Talvez o meu fascínio venha do facto de saber, do fundo do meu coração, que sofro de FOMO em várias circunstâncias.
Li algures que este fenômeno vem causando alguma polêmica questionando se isso será bom ou mau, qual a medida certa para este tipo de comportamento, é um distúrbio ou não.
Bom, vamos por partes, O FOMO é descrito como o medo de perder o que está a acontecer, gerando um tique de "clicar para actualizar". É dado o exemplo simples da pessoa que vai ao cinema mas tem que dar uma olhadinha no telemóvel só para saber o que se passa no mundo. Não consegue desconectar.
É aqui que a questão se impõe. Se não queremos saber de nada, somos desinteressados, desinformados ou ouvimos dos demais "como consegues não ligar nenhuma a internet?". Por outro lado se queremos saber tudo, estar sempre actualizada, ter conhecimento de tudo que acontece no mundo, estamos demasiado conectadas, não damos mais importância ao mundo real.
Parece um assunto batido, talvez até seja, mas para mim esta sigla é nova e ao mesmo tempo que sim, consigo ver o lado mau da coisa, apenas consigo pensar que se todos nós tivemos mais interesse por tudo o que nos rodeia, talvez o mundo fosse um bocadinho melhor.
Da minha parte sei que sofro de FOMO em vários assuntos. Sejam livros, viagens, eventos, cinema, restaurantes, pessoas, quanto mais eu souber, melhor para mim. Viver sem internet? Nem pensar. Não me parece razoável viver desconectada no mundo de hoje.
Penso que o limite está na forma como este fênomeno afecta a nossa vida no dia a dia. Se deixamos de ver as pessoas, se deixamos de conviver, se mudamos a nossa rotina em função disso. Se essa sensação nos deixa com uma sensação de angústia ou não. Até agora, me parece que existindo equilíbrio, auto-controle e bom senso, um bocadinho de FOMO não fará mal a ninguém.
Estou completamente fascinada com este fenômeno. É algo que sempre existiu, eu sei. Mas quando descrito por psicólogos, analisado, instituído como algo real fico realmente fascinada.
Talvez o meu fascínio venha do facto de saber, do fundo do meu coração, que sofro de FOMO em várias circunstâncias.
Li algures que este fenômeno vem causando alguma polêmica questionando se isso será bom ou mau, qual a medida certa para este tipo de comportamento, é um distúrbio ou não.
Bom, vamos por partes, O FOMO é descrito como o medo de perder o que está a acontecer, gerando um tique de "clicar para actualizar". É dado o exemplo simples da pessoa que vai ao cinema mas tem que dar uma olhadinha no telemóvel só para saber o que se passa no mundo. Não consegue desconectar.
É aqui que a questão se impõe. Se não queremos saber de nada, somos desinteressados, desinformados ou ouvimos dos demais "como consegues não ligar nenhuma a internet?". Por outro lado se queremos saber tudo, estar sempre actualizada, ter conhecimento de tudo que acontece no mundo, estamos demasiado conectadas, não damos mais importância ao mundo real.
Parece um assunto batido, talvez até seja, mas para mim esta sigla é nova e ao mesmo tempo que sim, consigo ver o lado mau da coisa, apenas consigo pensar que se todos nós tivemos mais interesse por tudo o que nos rodeia, talvez o mundo fosse um bocadinho melhor.
Da minha parte sei que sofro de FOMO em vários assuntos. Sejam livros, viagens, eventos, cinema, restaurantes, pessoas, quanto mais eu souber, melhor para mim. Viver sem internet? Nem pensar. Não me parece razoável viver desconectada no mundo de hoje.
Penso que o limite está na forma como este fênomeno afecta a nossa vida no dia a dia. Se deixamos de ver as pessoas, se deixamos de conviver, se mudamos a nossa rotina em função disso. Se essa sensação nos deixa com uma sensação de angústia ou não. Até agora, me parece que existindo equilíbrio, auto-controle e bom senso, um bocadinho de FOMO não fará mal a ninguém.
Paraíso dos livros.
Os livros entraram na minha vida na adolescência. Não vos vou enganar e dizer que leio desde pequena, que sempre gostei deste universo porque é mentira. Quando era miúda achava uma seca ler. Queria ir para a rua, brincar com os meus amigos, aproveitar o dia e só voltar para casa depois de escurecer.
Os livros entraram na minha vida quando percebi que através deles poderia viajar e aprender muito mais que eu poderia imaginar. Os livros entraram na minha vida quando comecei a ter sede de viver. Quando percebi que precisava de mais.
Desde então, sou uma leitora voraz. Tenho fases mais calmas em que praticamente não leio mas temho fases em que só faço é ler. Não sou criteriosa na escolha dos livros. Confesso sem qualquer vergonha que já comprei dezenas de livro pela capa. Seja pelo desenho que me agrada e até mesmo só pelas combinação de cores. Já comprei só pelo título ou só pelo autor. Já comprei até livros só pelo preço.
Há muito tempo que sei que o importante é dar uma chance ao livro.
Também não sou muito fundamentalista na questão livro físico/livro virtual. Gosto dos dois formatos e acho uma discussão meio sem nexo. Acredito que o virtual só veio acrescentar coisas boas. Quantos livros virtuais já li cujas edições não estavam ainda disponíveis em Portugal. Dezenas.
Sempre me perguntam onde compro a maior parte dos meus livros. Existem vários sites onde podemos encontrar de tudo mas no preciso momento compro tudo na Amazon. É fácil, barato e nunca me desiludiu. Nem em termos de preços, nem qualidade do produto, nem na rapidez do serviço.
Ainda nesta vibe de favoritos do ano que passou que vejo por toda a blogosfera, deixo-vos os meus livros preferidos :)
Wonder
Eleanor & Park (Um dos livros mais bonitos que já li!!)
Americanah
Extremel Loud and Incredibly Close (Lindo!)
Bad Girl
Boas leituras! :)
Os livros entraram na minha vida quando percebi que através deles poderia viajar e aprender muito mais que eu poderia imaginar. Os livros entraram na minha vida quando comecei a ter sede de viver. Quando percebi que precisava de mais.
Desde então, sou uma leitora voraz. Tenho fases mais calmas em que praticamente não leio mas temho fases em que só faço é ler. Não sou criteriosa na escolha dos livros. Confesso sem qualquer vergonha que já comprei dezenas de livro pela capa. Seja pelo desenho que me agrada e até mesmo só pelas combinação de cores. Já comprei só pelo título ou só pelo autor. Já comprei até livros só pelo preço.
Há muito tempo que sei que o importante é dar uma chance ao livro.
Também não sou muito fundamentalista na questão livro físico/livro virtual. Gosto dos dois formatos e acho uma discussão meio sem nexo. Acredito que o virtual só veio acrescentar coisas boas. Quantos livros virtuais já li cujas edições não estavam ainda disponíveis em Portugal. Dezenas.
Sempre me perguntam onde compro a maior parte dos meus livros. Existem vários sites onde podemos encontrar de tudo mas no preciso momento compro tudo na Amazon. É fácil, barato e nunca me desiludiu. Nem em termos de preços, nem qualidade do produto, nem na rapidez do serviço.
Ainda nesta vibe de favoritos do ano que passou que vejo por toda a blogosfera, deixo-vos os meus livros preferidos :)
Wonder
Eleanor & Park (Um dos livros mais bonitos que já li!!)
Americanah
Extremel Loud and Incredibly Close (Lindo!)
Bad Girl
Boas leituras! :)
4 meses.
Hoje me dei conta que estou há 4 meses em Inglaterra.
Que loucura. 4 meses que neste momento me parecem ter passado num ápice, mas que nos momentos mais difíceis já me pareceram 4 anos.
Foram 4 meses de muitos aprendizados, muitas novas experiências, muito auto-conhecimento, muita luta contra todas as dúvidas que sempre me perseguem.
As dúvidas não são sobre a mudança para cá, são sempre sobre as minhas escolhas aqui.
Não é fácil colocar-se numa posição de escolha. Dizer "eu escolhi fazer isto" ou eu "não quero fazer aquilo". É algo que exige coragem, desprendimento.
Existe pressão, existem dúvidas, existem julgamentos por parte dos outros e administrar tudo isso é complicado.
Felizmente essa é só uma pequena parte dessa jornada. A melhor parte é tudo o resto. Todos os dias vejo algo novo.
Todos os dias renovo a minha confiança em mim mesma e nas decisões que tenho tomado.
Todos os dias penso no caminho que tracei e que tenho vindo a percorrer e fico meio na dúvida "sou eu mesmo?"
Mas o saldo é claramente positivo e dúvidas a parte, acredito muito que viajar e viver este tipo de experiência deveria ser um direito de todos e não um privilégio.
Abre horizontes, nos transforma, nos torna melhores, mais humanos, mais atentos, menos soberbos.
Todos queremos o mesmo, viver melhor, ter mais qualidade de vida, ser mais feliz.
Que loucura. 4 meses que neste momento me parecem ter passado num ápice, mas que nos momentos mais difíceis já me pareceram 4 anos.
Foram 4 meses de muitos aprendizados, muitas novas experiências, muito auto-conhecimento, muita luta contra todas as dúvidas que sempre me perseguem.
As dúvidas não são sobre a mudança para cá, são sempre sobre as minhas escolhas aqui.
Não é fácil colocar-se numa posição de escolha. Dizer "eu escolhi fazer isto" ou eu "não quero fazer aquilo". É algo que exige coragem, desprendimento.
Existe pressão, existem dúvidas, existem julgamentos por parte dos outros e administrar tudo isso é complicado.
Felizmente essa é só uma pequena parte dessa jornada. A melhor parte é tudo o resto. Todos os dias vejo algo novo.
Todos os dias renovo a minha confiança em mim mesma e nas decisões que tenho tomado.
Todos os dias penso no caminho que tracei e que tenho vindo a percorrer e fico meio na dúvida "sou eu mesmo?"
Mas o saldo é claramente positivo e dúvidas a parte, acredito muito que viajar e viver este tipo de experiência deveria ser um direito de todos e não um privilégio.
Abre horizontes, nos transforma, nos torna melhores, mais humanos, mais atentos, menos soberbos.
Todos queremos o mesmo, viver melhor, ter mais qualidade de vida, ser mais feliz.
Palavras soltas.
Encontrei este trecho no Facebook. Nunca li o livro. Mas agora quero muito ler.
"Um ano antes de sua morte, Franz Kafka viveu uma experiência singular. Passeando pelo parque de Steglitz, em Berlim, encontrou uma menina chorando porque havia perdido sua boneca.
Kafka ofereceu ajuda para encontrar a boneca e combinou um encontro com a menina no dia seguinte no mesmo lugar.
Não tendo encontrado a boneca, ele escreveu uma carta como se fosse a boneca e leu para a garotinha quando se encontraram. A carta dizia :
“Por favor, não chore por mim, parti numa viagem para ver o mundo. ”.
Durante três semanas, Kafka entregou pontualmente à menina outras cartas , que narravam as peripécias da boneca em todos os cantos do mundo : Londres, Paris, Madagascar…
Tudo para que a menina esquecesse a grande tristeza!
Esta história foi contada para alguns jornais e inspirou um livro de Jordi Sierra I Fabra ( Kafka e a Boneca Viajante ) onde o escritor imagina como teriam sido as conversas e o conteúdo das cartas de Kafka.
No fim, Kafka presenteou a menina com uma outra boneca.
Ela era obviamente diferente da boneca original.
Uma carta anexa explicava: “minhas viagens me transformaram…”.
Anos depois, a garota encontrou uma carta enfiada numa abertura escondida da querida boneca substituta.
O bilhete dizia:
“Tudo que você ama, você eventualmente perderá, mas, no fim, o amor retornará em uma forma diferente”.
Franz Kafka e a Boneca Viajante
Pela internet #7
Acordei feliz da vida! É domingo e depois de uma semana de muito frio começou a nevar! Que lindo! É a primeira vez que vejo neve!
Bom, com este tempo o que é que queremos? Não fazer nada! Queremos sofá, mantinhas, muitos doces. É quase Natal :)
E cá vão os meus 5 links da semana!
Esta newsletter é genial;
Adele, como Rei Midas, tudo o que toca vira ouro;
É um assunto sério, não pode ser esquecido, mais amor próprio por favor;
Jimmy Fallon é o melhor;
Não sou muito ligada em política mas depois do Obama ter sido eleito duas vezes, espero ver Hillary Clinton chegar a presidente dos USA.
Bom domingo!
Bom, com este tempo o que é que queremos? Não fazer nada! Queremos sofá, mantinhas, muitos doces. É quase Natal :)
E cá vão os meus 5 links da semana!
Esta newsletter é genial;
Adele, como Rei Midas, tudo o que toca vira ouro;
É um assunto sério, não pode ser esquecido, mais amor próprio por favor;
Jimmy Fallon é o melhor;
Não sou muito ligada em política mas depois do Obama ter sido eleito duas vezes, espero ver Hillary Clinton chegar a presidente dos USA.
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