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Bullet Journal

Já ouviram falar disto? 

Bom, não é nada inovador e que vos vá fazer ficar de boca aberta. Nada disso. É só uma forma de organizar a sua agenda que me parece eficaz, gira de se fazer e que envolve ter um motivo para gastar uns trocos num  caderno novo, canetas e wash tape. 

Mal soube o que era, sabia que não ia sossegar enquanto não tentasse fazer um. Às vezes tenho tanta pena de não ter descoberto estas coisas fofas quando ainda estudava. Mais um motivo para voltar a estudar! 

Então vamos lá. Não é que eu tenha milhões de tarefas para fazer num só dia, porque não tenho, mas existem uma série de coisas que tenho anotadas no telefone, na agenda, nos lembretes porque preciso de alarme, enfim...anotações por todos os lados,  que me pareceu interessante ter tudo num mesmo caderno. 

Outra coisa que me pareceu uma ótima ideia é que quem decide como ele será organizado somos nós. Quantas vezes não deixei de comprar uma agenda porque simplesmente a forma como ela estava organizada não fazia sentido para mim. Pois que neste esquema se vocês entenderem que o índice deve ser na última página, é com vocês. 

Tenho andado pela internet em busca de inspiração e encontrei coisas tão giras que vocês nem imaginam. Há pessoas muito talentosas por aí! 

Posto isto e como não quero mais alongar esta conversa toda, pois que começo o meu bullet journal no dia 1 de Fevereiro

Se quiserem saber como ficou e como o organizei, conto-vos tudo num outro post. 

Este foi caderno que escolhi! Apropriado não? 


Bom garfo.

Há poucas coisas que me fazem tão feliz como uma boa refeição. Ah, nada como comer bem. Se há dinheiro bem gasto é dinheiro gasto em comida. Quem me segue lá pelo Instagram já sabe bem como são os meus fins de semana.

Procuro sempre conhecer restaurantes novos, comidas diferentes, enquanto não conhecer tudo não descanso.

Por aqui, há de tudo um pouco. Desde o famoso fish and chips à comida oriental até à comida italiana. Entre as minhas preferidas está a comida oriental. sem sombra de dúvidas. A variedade é enorme, restaurantes mais baratos, mais caros, take away. E muito poucos desiludem.



Existem também, para mal dos meus pecados, hamburgarias que nunca mais acabam. É uma em cada esquina, com várias propostas diferentes, molhos e especiarias para todos os gostos. Eu cá sou uma vendida e desde que haja batata fritas com ervas, daquelas caseiras já me ganharam. 


Sem falar nos supermercados onde a variedade de presuntos e salames e queijos de todos os tipos é gigante. 

Já tive a oportunidade de experimentar alguns pratos tradicionais ingleses e digo-vos que vale a pena. 

Não sei quem andou a espalhar pelo planeta que não se comia bem Inglaterra. Estão enganados, muito enganados. 


Pela internet #8

Hoje os links entram um pouco mais tarde mas não foram esquecidos :)

Quero muito ver este filme;

Como me organizar melhor;

Sobre o amor;

Uma marca que ganhou o meu coração;

Eu não quero me acostumar!

Bom domingo!

Fumar mata.

Mas isto não. 


(Ryan Gosling)

Céu de Inverno

Uma das coisas mais bonitas que a natureza nos proporciona é este céu lindo, um espetáculo gratuito, acessível a todos. 



The Revenant

Eu tinha outro post preparado para hoje mas ontem fui ver o último filme do Leo DiCaprio e só tenho uma coisa a dizer, o Óscar tem que ser dele. 

The Renevant é filme duro, cruel, um murro no estômago. 

Não há diálogos mas há corpo, há emoção, há compaixão, há dor. 

Há uma interpretação brilhante, levada ao extremo e que merece ser reconhecida. 

O instinto de sobrevivência é retratado ao pormenor e de como a força interior é tudo. Mostra-nos uma realidade tão distante e ao mesmo tão próxima. 

Adorei a forma como as cenas foram filmadas. Chegam até nós, sem dó nem piedade. 

Outra coisa que me conquistou foi a ponta de misticismo envolta no personagem. 

Não vi os outros filmes que estão nomeados, nem a actuação dos outros actores mas digo-vos, por tudo o que vi neste filme e por toda a carreira, Leo merece a estatueta. 



Vejam a apresentação aqui.

FOMO

Fomo = Fear of missing out 

Estou completamente fascinada com este fenômeno. É algo que sempre existiu, eu sei. Mas quando descrito por psicólogos, analisado, instituído como algo real fico realmente fascinada.

Talvez o meu fascínio venha do facto de saber, do fundo do meu coração, que sofro de FOMO em várias circunstâncias.

Li algures que este fenômeno vem causando alguma polêmica questionando se isso será bom ou mau, qual a medida certa para este tipo de comportamento, é um distúrbio ou não.

Bom, vamos por partes, O FOMO é descrito como o medo de perder o que está a acontecer, gerando um tique de "clicar para actualizar". É dado o exemplo simples da pessoa que vai ao cinema mas tem que dar uma olhadinha no telemóvel só para saber o que se passa no mundo. Não consegue desconectar.

É aqui que a questão se impõe. Se não queremos saber de nada, somos desinteressados, desinformados ou ouvimos dos demais "como consegues não ligar nenhuma a internet?". Por outro lado se queremos saber tudo, estar sempre actualizada, ter conhecimento de tudo que acontece no mundo, estamos demasiado conectadas, não damos mais importância ao mundo real.

Parece um assunto batido, talvez até seja, mas para mim esta sigla é nova e ao mesmo tempo que sim, consigo ver o lado mau da coisa, apenas consigo pensar que se todos nós tivemos mais interesse por tudo o que nos rodeia, talvez o mundo fosse um bocadinho melhor.

Da minha parte sei que sofro de FOMO em vários assuntos. Sejam livros, viagens, eventos, cinema, restaurantes, pessoas, quanto mais eu souber, melhor para mim. Viver sem internet? Nem pensar. Não me parece razoável viver desconectada no mundo de hoje.

Penso que o limite está na forma como este fênomeno afecta a nossa vida no dia a dia. Se deixamos de ver as pessoas, se deixamos de conviver, se mudamos a nossa rotina em função disso. Se essa sensação nos deixa com uma sensação de angústia ou não. Até agora, me parece que existindo equilíbrio, auto-controle e bom senso, um bocadinho de FOMO não fará mal a ninguém.