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Binge Watching

Eu gostava de ter mais tempo/paciência para me sentar e ver um série do início ao fim. Por algum motivo são poucas as séries que conseguem agarrar-me de tal forma que me façam esperar 1 ano para ver a nova temporada com o mesmo entusiasmo. Simplesmente não acontece. 

Por isso mesmo sou fã deste conceito. Para mim, perfeito mesmo é ter uma série completa para ver do princípio ao fim sem ter que esperar e mesmo que não a veja no mesmo dia sei que ela está ali esperando por mim.

Isto tudo para vos dizer que comecei a ver 2 séries que ainda agora começaram e que não sei muito bem como vai ser com as próximas temporadas. 



Divorce, a nova série de Sarah Jessica Parker é uma delas. Para já, 6 episódios. Não é brilhante. Tem algumas tiradas engraçadas, tem a Sarah Jessica Parker numa espécie de Carrie Bradshaw mais velha e mais suburbana, não agarra de início mas de alguma forma nos faz querer ver pelo menos até onde vamos com esta 1 temporada. 



Easy é a outra série que comecei agora a ver. É bem mais interessante, mais jovem e com um tema que nunca sai de moda: As várias vertentes do relacionamento humano. A primeira temporada tem 8 episódios. Vi os primeiros 3 e até agora me parece leve, divertida e certeira. 


Cada episódio é uma história diferente, com personagens diferentes e isso também torna a série mais interessante para mim. Evita o apego emocional com personagens e a sensação de perda quando a temporada acaba. 



Estou sempre desejosa por conhecer e ver coisas novas, qualquer sugestão, deixem nos comentários!

Favoritos do ano

Consumista me confesso. Sem rodeios e sem falsas modéstias. Dinheiro na mão não é vendaval porque afinal já sou uma adulta e contas ao fim do mês não deixam de chegar e apesar de consumista também me considero bastante responsável. 

Não tenho coisas novas para vos mostrar todos os meses e nem tão pouco recebo produtos "gentilmente cedidos pela marca" para experimentar mas ao longo do ano fui acumulando algumas coisas que talvez até mereçam ser mencionadas. 


A compra do ano foi, muito provavelmente, o MacBook Pro. Há muito tempo que sou fã da Apple e há muito tempo que andava de olho neste portátil. Acreditem ou não é o meu primeiro Mac e por isso pretendo cuidar dele muito bem durante longos anos. 
Na mesma linha, adiciono o iPhone 6S e essa capinha verde água que é puro amor. 

No que diz respeito a beleza muitos são os produtos que ficarão por mencionar neste post. Mas acho um pouco aborrecido fazer uma lista interminável de artigos de beleza. Por isso vou ser breve. 

The Skin Defence da The Body Shop SPF50 é o meu amigo de todos os dias. Seja no Verão ou no Inverno, já não passo sem ele. Leve e perfeito para quem como eu nem sempre tem muita paciência para tratamentos de beleza. 

Máscara da Marc Jacobs. Só porque é o produto de beleza que mais gosto de usar. Podemos não ter nada no rosto, um pouco de máscara e já está. Um rosto novo. 

Por fim o Complexion Rescue da Bare Minerals. Comprei no aeroporto e nunca uma compra foi tão certeira. 
A-do-ro! 

Com a chegada do frio, nada como um bom cachecol/cobertor para nos aquecer. Este branco e preto é da Primark e é a coisa mais fofinha que tenho no momento. 

Obviamente não poderia de mencionar pelo menos um livro. Modern Romance de Aziz Ansari. Muito bom! Divertido e de leitura fácil fácil. 

Outro livro que entrou para o topo da lista foi o Bloom da Estée Lalonde. Bem escrito, conta a história do seu percurso pessoal e profissional. Para quem gosta de pessoas e de ler blogs como eu, vale a pena. 



Não poderia deixar de falar da minha bolsa mais linda comprada num mercado de rua em Covent Garden. Muito amor por esta compra. 

Para 2017 a meta é viajar mais. E vocês? 

Pensamento de uma vida!

Isto. 

Wanderlust, ou em português, "desejo de viajar", é um termo que descreve um forte desejo de caminhar, de ir a qualquer lugar, em uma caminhada que possa levar ao desconhecido, a algo novo, de viajar.




App queridinha do meu coração!

O Instagram é a minha app preferida. E é por lá que  mostro o meu dia a dia, o que vejo, o que visto, o que como e por onde ando.

É a app que mais tem a minha cara, na qual mais perco tempo, onde procuro inspiração, por onde viajo sem sair do lugar e até mesmo onde faço alguns planos. 

Já me seguem por lá? 




Café Society

Estava na minha lista há meses. 
Adoro como todos os filmes do Woody Allen têm a cara do Woody Allen. 
Adoro como os temas são simples e com o qual todos nós nos identificamos e mesmo assim são filmes que nos fazem sorrir. 
Café Society não é diferente. E eu adorei. 










Lisboa, meu amor.

Lisboa. 

Voltar a casa. Ver os amigos. Tratar da papelada pendente. Vender o carro. Ver o apartamento. 

5 dias. Pouco tempo. Muitos planos. 

Vi toda as minhas pessoas. Abracei muito. Comi mais do que devia.

Foi intenso mas foi bom. 

Já devia ter escrito sobre isto há mais tempo. 

Mas como um velho cliché, o tempo é escasso e voltar às rotinas é bom mas também cansativo. 

Até já Lisboa. 


1 ano, 12 meses, 365 dias.

Hoje faz 1 ano que sai de novo da minha zona de conforto na esperança de encontrar experiências novas, mais conhecimento, desafios e afins.

12 meses de muitas mudanças e algumas provações . Emigrar é difícil. Você sai da casa que demorou anos a montar com os móveis que você gosta, com a louça bonitinha que você escolheu a dedo, com o armário feito por medida para caber todas as suas coisas como você sempre imaginou para um lugar desconhecido, onde você não tem as suas referências, onde nem sequer a língua é a mesma e você nem sabe muito bem o que vai encontrar. 

Emigrar é um desejo muito grande de melhorar. Seja a sua vida financeira, sua vida pessoal ou profissional, você não muda pensando que vai para pior. E isso gera expectativa. E a realidade é dura. Faz frio, chove muito, anoitece muito cedo. É um esforço enorme você adaptar o cérebro a falar outra língua todo o santo dia. O corpo demora algum tempo a entender que a realidade agora é outra, que o conforto do lar não existe mais e que todos os seus amigos estão em outro país e que apesar de toda a tecnologia, umas palavras bonitas no messenger ou via Skype nem sempre são suficientes. 

Mas aí o tempo passa. O Inverno acaba. Você encontra um trabalho que gosta. A Primavera começa a aparecer e de repente alguém te pergunta alguma coisa na rua e você sabe exatamente onde é e explica direitinho como chegar e como num piscar de olhos você se sente em casa. E algumas coisas começam a fazer sentido. E o corpo já se habitou aos novos estímulos e o cérebro já não estranha a diferença de língua e age normalmente como sempre fez. 

E às vezes a saudade aperta. E você revira as suas memórias e se conforta com aquilo que já viveu de bom e aceita que a escolha foi sua e tem como voltar atrás se tudo der errado mas só que você não quer voltar atrás. Porque a experiência é boa demais, enriquecedora demais, divertida demais. 

E aí você começa a pensar no futuro e em tudo aquilo que ele pode te trazer de bom. E as certezas começam a aparecer e quando você se dá conta está escrevendo um texto para o blog para assinalar que faz hoje 365 dias que você saiu da sua zona de conforto na esperança de encontrar experiências novas, mais conhecimento, desafios e afins.