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Oscares 2017

Aproveitei este fim de semana para entre outras coisas ver mais 2 filmes que estão nomeados para o Oscar 2017. 

Todos os anos é a mesma coisa, digo que não é possível acompanhar tudo o que está no cinema, que é um disparate tentar ver todos os filmes para depois não aguentar ver a cerimônia em direto porque é sempre ao domingo e segunda-feira é sempre dia de trabalho! 

Mas este ano, com a chuva e o frio que faz lá fora, um cineminha era mesmo o que eu precisava para relaxar. 

La La Land já está visto, assim como Lion. 

Os seguintes da lista eram: Manchester by the Sea, Moonlight, Fences e Hidden Figures. 

Não deu para ver todos mas despachei o Manchester by the Sea e o Hidden Figures. 

Vamos pelo primeiro. Tinha grandes expectativas para o Manchester by the Sea. Já ouço falar do filme desde o ano passado e esperar pelas estreias nem sempre é bom. 

A expectativa só aumentou  e na realidade o filme não é nada do que eu esperava. Não sei bem explicar o que eu pensava sobre o filme mas é completamente diferente do eu imaginei. 



Fala sobretudo sobre a morte e o impacto que a perda de alguém tem na nossa vida. Gostei muito do filme, da forma como o tema é abordado, da fotografia e de como a história é contada. Chorei muito e recomendo. 

Hidden Figures. 

Outro filme que queria muito ver. É uma história MARAVILHOSA! Assim mesmo, em letras grandes. 

Só de pensar que é uma história verídica, que elas existiram de facto, que tudo aquilo realmente aconteceu já é sensacional. Gostei muito, a história está muito bem contata e claro é fiel como tem ser. 

Muito bom ver Kevin Costner novamente, continua com o mesmo estilo de representação de sempre e para mim isso foi bom. 

Não sei se é um filme para levar o Oscar mas é sem dúvida uma história que merece ser contada e repetida muitas vezes. 



A ver vamos se consigo ver todos até dia 26/02. 

De Janeiro a Janeiro

Como assim Janeiro já acabou? 

Desde que voltei de Paris e o ano começou efectivamente ainda não parei. 

Os dias têm sido tranquilos mas longos. Acho que todo início de ano é assim. Arruma daqui, arruma dali, é inevitavelmente o mês para acertar os ponteiros e entrar no novo ano da melhor maneira possível! Comigo não tem sido diferente. 

Muitas coisas para fazer em casa e continuar a transformar o nosso cantinho num espaço que tenha a nossa cara e que seja o mais confortável possível. Nada é tão bom quanto chegar a casa e sentir-se em casa. 

Muitas coisas novas no trabalho, possibilidade de chefia nova, novos projectos, muitas formações. Muitas coisas diferentes para fazer e em que me concentrar. 

Desafios que me deixam bastante satisfeita com tudo aquilo que consegui construir ao longo destes 16 meses (!!!!!) em Inglaterra. 

Obviamente que nem tudo são rosas mas não me posso queixar de absolutamente nada. 

Tudo tem corrido bem melhor do que era esperado e todas as dificuldades que encontramos foram ultrapassadas. 

O desafio não tem sido só meu. Tenho comigo a melhor mãe/amiga/pessoa do planeta. 

Para ela também tem sido um mar de coisas novas, um mar de desafios e digo-vos que ela está a sair-se muito bem. Para mim é um orgulho e um exemplo.

Esta já é a segunda vez que mudamos de país e vamos em busca de novos horizontes e poder contar com ela em todos os momentos é simplesmente delicioso.

O frio tem estado muito mais severo este ano e confesso que não estava a contar com tantos graus negativos. Gosto do Inverno e também não me vou queixar do tempo mas que esteve muito frio, esteve! Tivemos finalmente alguma neve e isso foi um bónus delicioso mas mesmo assim com o frio que tem feito muitas são as vezes que a nossa única vontade é ficar enrolada no sofá. Mas a vontade de sair de casa e bater perna por aí é sempre mais forte e apesar do frio temos conseguido aproveitar bastante os nossos fins de semana com idas ao cinema, jantares em restaurantes novos e cafezinhos ao final da tarde. 

Fevereiro se aproxima de forma galopante e por ser uma mês tradicionalmente curto e rápido tenho quase a certeza que num piscar de olhos estarei a dizer: Seja bem vindo Março! 

E o vosso início de ano como tem sido?

Lion

Depois de La La Land havia outro filme que queria muito ver. Lion. 

O trailer já tinha chamado a minha atenção e tudo que seja baseado em histórias reais interessa-me.

É um filme tocante. É uma história simples, bonita e muito real. 

Todos os dias mais de 80.000 crianças desaparecem na Índia e é preciso que esse assunto seja tratado como aquilo que é: muito sério. 

A história está muito bem contada e o mérito é todo de Dev Patel e de Sunny Pawar, o ator que interpreta Saroo quando pequeno. Tanto um como outro estão brilhantes na interpretação. 

A primeira imagem do filme já é comovente. 

Gostei muito, chorei, me emocionei. 

Vale muito a pena e recomendo. 













O legado de um Presidente

Hoje, mais do que no dia do seu último discurso, sinto a falta de Obama. 

Não pelo Presidente que foi mas pela pessoa que é. Ver alguém como Obama no poder foi histórico. 

Outros tão bons já tiveram o mesmo privilégio mas ver um homem como Obama chegar ao poder foi e sempre será um privilégio. 

Ele representa o que há de melhor na humanidade e é exemplo de como deveríamos levar as nossas vidas em sociedade. 

Ele não é perfeito e nem tenta ser. Isso faz dele o que ele é. Humano. De carne e osso. E isso o torna mais próximo de nós que é o que queremos de quem está no poder. Proximidade. 

Hoje, mais do que no dia do seu último discurso, sentirei a sua falta. 

Fecha-se um ciclo. Que sejamos sempre capazes de nos lembrar do que Obama tanto lutou para nos ensinar: 

Sim, nós podemos! 


La La Land

Quem me conhece sabe que eu tinha que ver este filme. Ainda bem que fui vê-lo ao cinema, não creio que o impacto seja o mesmo se for visto em casa. 

É lindo, delicado, certeiro. É old school e tem os melhores atores possíveis. Achei incrível a expressão corporal, o olhar, a combinação de pequenos diálogos e a forma brilhante como a música acompanha os personagens e constrói uma história por si só. 

Ryan Gosling ainda não me desiludiu uma única vez como ator. Acerta sempre. E parece ter sempre muita atenção naquilo que vai fazer. Podendo correr o risco de parecer sempre o mesmo personagem, ele consegue o transformar em algo único. (Sim, sou muito fã!) 

Outra coisa que me surpreendeu pela positiva foi o enredo. Pouco se sabe sobre o que o filme realmente fala e digo-vos que reduzir a história do filme em uma história de amor entre uma aspirante a atriz e um pianista é um erro. É muito mais do isso. Muito muito mais. 

A fotografia do filme é perfeita. Nem vamos por aí porque definitivamente está irrepreensível. 

A beleza e a genialidade do filme? Fala de amor, de sonhos, da vida como ela é. Mas fala com os olhos e mexe com os sentimentos. toca-nos bem lá no fundo. É bonito e triste ao mesmo tempo. É fantasioso e ao mesmo tempo tão real. 

Se tiverem um tempinho e se gostarem tanto de histórias bonitas e bem contadas vejam o filme. 

É preciso dizer mais? 












Paris #4

Por fim, os dois lugares mais incríveis de Paris.

Champs-Élysées e a Torre Eiffel. Fiquei meio hipnotizada com a grandiosidade destes dois lugares. Não sei explicar, mas foi a mesma sensação que tive no Rio de Janeiro. Tudo aquilo existe, não é um cartão postal ou só a cena de um filme do Woody Allen. 

Só sei que aos 35 anos tenho a sensação que só não viajarei mesmo se não for possível. Eu não tinha planos para 2017 mas depois desta viagem, só quero mesmo viajar mais!










Espero que tenham gostado e que tenham viajado um pouco comigo :) 

Paris #3

Estamos quase  a chegar ao fim desta incrível viagem a Paris. Visitei tantos lugares incríveis que acredito que as fotos não fazem justiça a tudo o que vi mas sempre vale a pena revistar tantas coisas boas através das fotos!