A inconsistência do blog tem motivo. E dos bons. O momento chegou. Estamos de malas feitas, prontas para uma nova mudança. E desta vez, não só de cidade, mas de país.
O coração está apertado. Quem me conhece sabe que Londres é a minha cidade preferida do mundo e estar um pouquinho mais longe não estava nos meus planos. Mas a oportunidade é boa demais para não ser aproveitada.
A mudança vem devido ao meu trabalho e a ideia de viver em outro país novamente assusta mas, porque não? Todas as mudanças que fiz até hoje só me trouxeram coisas boas e estou confiante que está não será diferente.
Estamos de mudança para a Irlanda, mais precisamente para uma cidade bem no meio da Irlanda chamada Athlone.
Estaremos mais ou menos a 1 hora de Dublin e estou super animada para conhecer e explorar outra cidade. Além disso, estarei muito perto de Galway que também me parece ser uma cidade muito interessante.
Athlone é uma cidade pequena mas muito fofa. Passei uma semana por lá e gostei muito. Tem tudo o que precisamos, pode ser palmilhada a pé, temos a sensação de estar numa cidade pequena mas movimentada. É uma cidade que fica junto ao rio Shannon e Mal posso esperar pelo Verão por lá que me parece ser uma delicia. Muitos restaurantes, esplanadas, pubs e uma vista deslumbrante.
Todas as mudanças são cansativas e dispendiosas mas no final tudo compensa e já sinto aquela agitação boa de aventura nova que se aproxima.
Será também a primeira vez que viajarei de uma país para outro de carro. São mais ou menos 8 horas de estrada com ferry pelo meio.
Em termos de trabalho, o ritmo será diferente, mais frenético, muito mais responsabilidade, um pouco mais de stress mas muito retorno em termos de realização pessoal e profissional. Estou pisando bem fora da minha zona de conforto e às vezes isso é bastante assustador mas, como dizia Guimarães Rosa, o que a vida quer da gente é coragem. Por isso, lá vamos nós.
Com isto tudo, só posso dizer que estou feliz, animada, assustada e muito mais. Muitas emoções ao mesmo. Muitas incertezas. Mas faz parte e como dizem por ai, não é o destino que interessa mas sim o caminho até lá. E eu estou tentando cumprir a promessa de ir para onde a vida me leva e aproveitar ao máximo o que a viagem tem para oferecer.
Assim sendo, até já Irlanda.
Planos para 2019
2018 foi um ano em que procurei me inspirar em pessoas comuns, com ideias e vidas mais semelhantes à minha. Não digo isto de uma maneira pejorativa. Mas temos sempre a tendência de nos inspirar com o inacessível, com o luxuoso, com aquilo que por vezes faz mesmo parte de um cenário imaginário.
Eu sempre tive uma visão muito positiva do mundo e da minha vida. Sempre levei as coisas de forma leve e procurei sempre que os meus sentissem exatamente esse tipo de vibração da minha parte. Não há nada pior do que estar rodeado de pessoas com os nervos à flor da pele. Além de nos transmitir uma energia negativa também nos da uma sensação de insegurança por não sabermos com o que contar.
Por isso mesmo, em 2018, deixei de lado as inspirações inatingíveis e procurei inspiração em pessoas como eu. Mesmo estilo de vida, mesma forma de vestir, mesmo tipo de corpo, mesmo gostos.
E não posso começar a explicar como isso fez uma diferença enorme na forma como vejo o mundo a minha volta e o meu próprio dia a dia.
Raramente falo sobre este assunto nas redes sociais mas o movimento contra o “Body Shaming” e a favor da inclusão foi e continua sendo tão forte que sinto mesmo vontade de ter a minha própria voz sobre esse assunto.
Para quem me conhece sabe que qualquer coisa relacionada ao meu corpo/peso nunca foi impedimento para que fizesse qualquer coisa.
Mas, para aqueles que não me conhecem, tenho 37 anos, há mais de 4 anos que não me peso e sou um sólido tamanho 16/18 dependendo das marcas. Por isso mesmo, por estar fora do considerado padrão, sinto que posso falar sobre o assunto sem restrições.
Eu amo moda. As roupas que uso são parte da minha personalidade e da minha forma de expressão e apesar de ter mudado bastante os meus hábitos de consumo, continuo e continuarei a consumir roupa. É importante para mim que isso seja claro, não gosto de pregar algo que não faz parte de mim.
Não acho aceitável que em 2019 ainda não exista uma maior variedade de marcas produzindo roupa de qualidade, para todos os tamanhos, com preços acessíveis.
Não acho aceitável que, dependendo das marcas, somos tamanhos diferentes porque não existe uma padronização dos tamanhos reais.
Não acho aceitável que marcas tão grandes como as fast fashion, produzam 4, 5 ou 6 colecções miseráveis, de pouquíssima qualidade, a um custo ambiental tremendo, proporcionando às mentes mais susceptíveis a sensação de é necessário consumir mais e mais e mais. Isto tem uma relevância enorme na formação dos jovens.
Não acho aceitável que em 2019, seja necessário juntar todas as vozes possíveis para que nos façamos ouvir.
Os padrões da sociedade em que vivemos há muito que deveria ter sido questionado com mais veemência. Há muito tempo que esta discussão deveria estar aberta e escancarada.
Somos todos culpados do mesmo. Não queremos ser cobrados mas cobramos. Não queremos ser julgados mas julgamos.
Há muito tempo que penso nisto e há bastante tempo que acredito que se todos fizermos a nossa parte, os nossos filhos viverão num mundo melhor.
Mais justo, mais igual, menos superficial. Acho importante iniciar a conversação sobre o que se passa à nossa volta e mesmo que a minha plataforma seja pequena, é preciso começar.
Vamos conversar?
Eu sempre tive uma visão muito positiva do mundo e da minha vida. Sempre levei as coisas de forma leve e procurei sempre que os meus sentissem exatamente esse tipo de vibração da minha parte. Não há nada pior do que estar rodeado de pessoas com os nervos à flor da pele. Além de nos transmitir uma energia negativa também nos da uma sensação de insegurança por não sabermos com o que contar.
Por isso mesmo, em 2018, deixei de lado as inspirações inatingíveis e procurei inspiração em pessoas como eu. Mesmo estilo de vida, mesma forma de vestir, mesmo tipo de corpo, mesmo gostos.
E não posso começar a explicar como isso fez uma diferença enorme na forma como vejo o mundo a minha volta e o meu próprio dia a dia.
Raramente falo sobre este assunto nas redes sociais mas o movimento contra o “Body Shaming” e a favor da inclusão foi e continua sendo tão forte que sinto mesmo vontade de ter a minha própria voz sobre esse assunto.
Para quem me conhece sabe que qualquer coisa relacionada ao meu corpo/peso nunca foi impedimento para que fizesse qualquer coisa.
Mas, para aqueles que não me conhecem, tenho 37 anos, há mais de 4 anos que não me peso e sou um sólido tamanho 16/18 dependendo das marcas. Por isso mesmo, por estar fora do considerado padrão, sinto que posso falar sobre o assunto sem restrições.
Eu amo moda. As roupas que uso são parte da minha personalidade e da minha forma de expressão e apesar de ter mudado bastante os meus hábitos de consumo, continuo e continuarei a consumir roupa. É importante para mim que isso seja claro, não gosto de pregar algo que não faz parte de mim.
Não acho aceitável que em 2019 ainda não exista uma maior variedade de marcas produzindo roupa de qualidade, para todos os tamanhos, com preços acessíveis.
Não acho aceitável que, dependendo das marcas, somos tamanhos diferentes porque não existe uma padronização dos tamanhos reais.
Não acho aceitável que marcas tão grandes como as fast fashion, produzam 4, 5 ou 6 colecções miseráveis, de pouquíssima qualidade, a um custo ambiental tremendo, proporcionando às mentes mais susceptíveis a sensação de é necessário consumir mais e mais e mais. Isto tem uma relevância enorme na formação dos jovens.
Não acho aceitável que em 2019, seja necessário juntar todas as vozes possíveis para que nos façamos ouvir.
Os padrões da sociedade em que vivemos há muito que deveria ter sido questionado com mais veemência. Há muito tempo que esta discussão deveria estar aberta e escancarada.
Somos todos culpados do mesmo. Não queremos ser cobrados mas cobramos. Não queremos ser julgados mas julgamos.
Há muito tempo que penso nisto e há bastante tempo que acredito que se todos fizermos a nossa parte, os nossos filhos viverão num mundo melhor.
Mais justo, mais igual, menos superficial. Acho importante iniciar a conversação sobre o que se passa à nossa volta e mesmo que a minha plataforma seja pequena, é preciso começar.
Vamos conversar?
Fim de semana #18
O primeiro fim de semana de 2019 pode ditar o resto do ano porque foi uma delicia!
Comecei o fim de semana na minha cidade preferida do mundo: Londres.
Amo a vibe da cidade, adoro andar pelas ruas e sentir o privilégio de poder aproveitar tudo o que a cidade tem para oferecer.
O que mais amo em Londres é a diversidade. Há de tudo, para todos.
A cidade está sempre cheia, de segunda a segunda, faça chuva ou faça sol.
Andei sem planos, fiz umas compras, tirei umas fotos e voltei para casa de coração cheio e muita inspiração.
Muita vontade de viajar e de sonhar com que 2019 pode trazer.
Foram só umas horas em Londres mas valeu.
Tudo o que eu possa dizer sobre essa cidade será sempre pouco, é preciso estar lá para sentir como a cidade é especial.
Comecei o fim de semana na minha cidade preferida do mundo: Londres.
Amo a vibe da cidade, adoro andar pelas ruas e sentir o privilégio de poder aproveitar tudo o que a cidade tem para oferecer.
O que mais amo em Londres é a diversidade. Há de tudo, para todos.
A cidade está sempre cheia, de segunda a segunda, faça chuva ou faça sol.
Andei sem planos, fiz umas compras, tirei umas fotos e voltei para casa de coração cheio e muita inspiração.
Muita vontade de viajar e de sonhar com que 2019 pode trazer.
Foram só umas horas em Londres mas valeu.
Tudo o que eu possa dizer sobre essa cidade será sempre pouco, é preciso estar lá para sentir como a cidade é especial.
2019
Faz aproximadamente 6 meses desde a última vez que passei por aqui. Nesses meses muita coisa aconteceu.
Um Verão muito quente, muito trabalho, pouco tempo de férias. Muito tempo passado em casa, numa espécie de momento mais introspectivo, olhando para trás, analisando a jornada dos últimos 3 anos, pensando e repensando no que queria para o futuro.
A internet é um lugar muito gostoso mas é preciso saber filtrar, ler apenas o que interessa, reter coisas boas e deixar o nonsense para trás.
Por vezes, dar um passo para trás e observar o mundo um pouco de fora é um abrir de olhos.
Eu sempre soube que a última mudança que fizemos seria temporária. Sempre foi o meu desejo seguir a jornada e explorar novos caminhos. Na mesma medida que assentar é preciso, só quero fazê-lo quando sentir que estou no lugar certo.
A proposta de mudança veio algures entre Setembro e Outubro, não me lembro bem.
Ao mesmo tempo que foi inesperada, era algo para o qual trabalhei durante o último ano e por isso mesmo não posso dizer que tenha sido uma surpresa. A surpresa foi apenas ter chegado tão depressa.
É o bom e velho parar é morrer. E por isso mesmo, apesar de todas as dúvidas, incertezas, medos e ansiedades, estamos novamente a fazer as malas. Com calma, sem pressas ou atropelos mas com a certeza que todas as mudanças são boas e novos caminhos são sempre libertadores.
Mais uma oportunidade profissional. E confesso que, às vezes, ainda me pego a pensar, como cheguei até aqui.
Os últimos 4 anos foram de muitas mudanças, muitos desafios e constante questionamentos. Olhando para trás e para todo o caminho percorrido, não me posso queixar. A vida, ainda que dura e de muito trabalho tem sido mais que boa.
2018 não foi um ano mau. Foi um ano duro.
Me senti um pouco mais crescida que nos anos anteriores. Sinto que de alguma forma amadureci.
Não aceito mais diminuir-me para caber em lugar algum. Fazemos isso mais do que deveríamos e muitas vezes sem nos darmos conta.
E eu ja não tenho mais lugar onde estou. E isso não é mau.
Agora, é encaixotar a vida, fechar a porta e seguir em frente. Até a próxima paragem.
Feliz 2019!
Um Verão muito quente, muito trabalho, pouco tempo de férias. Muito tempo passado em casa, numa espécie de momento mais introspectivo, olhando para trás, analisando a jornada dos últimos 3 anos, pensando e repensando no que queria para o futuro.
A internet é um lugar muito gostoso mas é preciso saber filtrar, ler apenas o que interessa, reter coisas boas e deixar o nonsense para trás.
Por vezes, dar um passo para trás e observar o mundo um pouco de fora é um abrir de olhos.
Eu sempre soube que a última mudança que fizemos seria temporária. Sempre foi o meu desejo seguir a jornada e explorar novos caminhos. Na mesma medida que assentar é preciso, só quero fazê-lo quando sentir que estou no lugar certo.
A proposta de mudança veio algures entre Setembro e Outubro, não me lembro bem.
Ao mesmo tempo que foi inesperada, era algo para o qual trabalhei durante o último ano e por isso mesmo não posso dizer que tenha sido uma surpresa. A surpresa foi apenas ter chegado tão depressa.
É o bom e velho parar é morrer. E por isso mesmo, apesar de todas as dúvidas, incertezas, medos e ansiedades, estamos novamente a fazer as malas. Com calma, sem pressas ou atropelos mas com a certeza que todas as mudanças são boas e novos caminhos são sempre libertadores.
Mais uma oportunidade profissional. E confesso que, às vezes, ainda me pego a pensar, como cheguei até aqui.
Os últimos 4 anos foram de muitas mudanças, muitos desafios e constante questionamentos. Olhando para trás e para todo o caminho percorrido, não me posso queixar. A vida, ainda que dura e de muito trabalho tem sido mais que boa.
2018 não foi um ano mau. Foi um ano duro.
Me senti um pouco mais crescida que nos anos anteriores. Sinto que de alguma forma amadureci.
Não aceito mais diminuir-me para caber em lugar algum. Fazemos isso mais do que deveríamos e muitas vezes sem nos darmos conta.
E eu ja não tenho mais lugar onde estou. E isso não é mau.
Agora, é encaixotar a vida, fechar a porta e seguir em frente. Até a próxima paragem.
Feliz 2019!
Para ler, ver e ouvir #3
Bom dia e bom domingo! Já não é a primeira vez que este tipo de posts acontece por aqui e são na realidade o tipo de conteúdo que mais gosto de ler.
Sempre sigo algumas recomendações de livros e séries de alguns blogs e raramente não gosto do que foi recomendado.
Estive de férias por 2 semanas e como foram férias de absoluto descanso, aproveitei para ver algumas séries e ler alguns livros.
Musicalmente também não estamos nada mal servidos este mês de Junho o que muito me alegra! Sempre bom ver novos álbuns sendo lançados e artistas que gostamos evoluirem.
Sendo assim vamos começar com a música mesmo!
3 álbuns que roubaram o meu coração este mês:
Jorga Smith que conheci através deste video e simplesmente me apaixonei;
Christina Aguilera que lançou um album lindo lindo!
E claro, The Carters que dispensam apresentações. A capacidade de se reinventarem é incrível e certamente esta não será a única surpresa que terão para o público.
Estão todos em repeat mode no Spotify e continuaram até me cansar. Sim sou dessas!
Para ler também tenho 3 sugestões bem diferentes umas das outras, tenho procurado várias inspirações diferentes para os livros que tenho lido, para fugir da tentação de ler sempre o mesmo.
Wander Lover foi um presente de aniversário e não podia ser mais certeiro, fala sobre viagens, fotografia e redes sociais! Se não é a minha cara, não sei o que será.
Becoming, de Laura Jane Williams. Se não a seguem no Instagram, não sabem o que perdem. Ela é divertida e escreve maravilhosamente bem. O seu primeiro livro, Ice cream for Breakfast vai ser encomendado em breve e de certeza que não vai desiludir.
Kitchen Confidential, de Anthony Bourdain. Dispensa explicações. Sou e sempre serei super fã e mal abrimos o livros já começamos a entender parte da sua angústia. Recomendo, muito!
Em relação a séries, estou completamente viciada em apenas uma: Atlanta.
Já viram? O que acharam? Eu adoro a abordagem da série. Muito certeira e a banda sonora é, obviamente, genial. Gosto bastante da fotografia da série e claro, Donald Glover/Childish Gambino não desilude jamais.
Por agora, vou continuar a aproveitar o dia lindo e cheio de sol e me preparar para retornar ao trabalho amanhã.
Ainda agora terminaram e já vou contar os dias para as próximas férias!
Sempre sigo algumas recomendações de livros e séries de alguns blogs e raramente não gosto do que foi recomendado.
Estive de férias por 2 semanas e como foram férias de absoluto descanso, aproveitei para ver algumas séries e ler alguns livros.
Musicalmente também não estamos nada mal servidos este mês de Junho o que muito me alegra! Sempre bom ver novos álbuns sendo lançados e artistas que gostamos evoluirem.
Sendo assim vamos começar com a música mesmo!
3 álbuns que roubaram o meu coração este mês:
Jorga Smith que conheci através deste video e simplesmente me apaixonei;
Christina Aguilera que lançou um album lindo lindo!
E claro, The Carters que dispensam apresentações. A capacidade de se reinventarem é incrível e certamente esta não será a única surpresa que terão para o público.
Estão todos em repeat mode no Spotify e continuaram até me cansar. Sim sou dessas!
Para ler também tenho 3 sugestões bem diferentes umas das outras, tenho procurado várias inspirações diferentes para os livros que tenho lido, para fugir da tentação de ler sempre o mesmo.
Wander Lover foi um presente de aniversário e não podia ser mais certeiro, fala sobre viagens, fotografia e redes sociais! Se não é a minha cara, não sei o que será.
Becoming, de Laura Jane Williams. Se não a seguem no Instagram, não sabem o que perdem. Ela é divertida e escreve maravilhosamente bem. O seu primeiro livro, Ice cream for Breakfast vai ser encomendado em breve e de certeza que não vai desiludir.
Kitchen Confidential, de Anthony Bourdain. Dispensa explicações. Sou e sempre serei super fã e mal abrimos o livros já começamos a entender parte da sua angústia. Recomendo, muito!
Em relação a séries, estou completamente viciada em apenas uma: Atlanta.
Já viram? O que acharam? Eu adoro a abordagem da série. Muito certeira e a banda sonora é, obviamente, genial. Gosto bastante da fotografia da série e claro, Donald Glover/Childish Gambino não desilude jamais.
Por agora, vou continuar a aproveitar o dia lindo e cheio de sol e me preparar para retornar ao trabalho amanhã.
Ainda agora terminaram e já vou contar os dias para as próximas férias!
Call me by your name
Sou, sem sombra de dúvida, uma amante de todas as formas de arte.
Sempre me fascinou como alguém é capaz de escrever a letra de uma musica e dar-lhe melodia, escrever o roteiro de um filme ou simplesmente escrever páginas e páginas de uma mesma história transformando-a num livro.
Há anos atrás, costumava ir ao cinema todas as semanas, às vezes, mais que uma vez, consumia todos os filmes possíveis e imaginários.
Com tempo e a mudança normal da vida, fui deixando de lado alguns hábitos e me tornei uma fervorosa adepta do Netflix e de todas as possibilidades que a plataforma oferece.
Com isso deixei um pouco de estar sempre em cima do acontecimento no que diz respeito a cinema.
Dito isto, eu sei, estou a chegar bastante tarde à festa em relação ao Call me by your name.
Comprei o livro devido ao hype todo mas ficou na estante por vários meses. Passou-se o Óscar e muito se falou sobre o filme.
Quando decidi pegar no livro não sabia o que esperar. Talvez esse tenha sido o segredo do impacto.
Eu realmente não sabia muito sobre a história além do básico. Por isso mesmo, assim que comecei a leitura, comecei a me apaixonar por tudo sobre esta história.
Vamos por partes:
A primeira flecha no meu coração latino. A história passa-se em Itália, mais precisamente no Norte de Itália.
Em Crema e Bergamo. Ora, é impossível não se apaixonar por qualquer coisa que envolva Itália.
Nos primeiros capítulos eu já sabia que estes dois destinos entrariam para a minha Wishlist de viagens, certamente para o top 5 de lugares a visitar.
Logo a seguir, os personagens. Elio e Oliver são absolutamente deliciosos enquanto personagens.
São complexos, cheios de dúvidas e certezas, inseguranças e desejos. Navegam pelo cenário de forma tão íntima que é possível imaginar-nos lá, à beira da piscina, trocando ideias sobre música e livros enquanto o sol italiano nos bronzeia. Pontos extras pela construção de personagens cultas e inteligentes. Não podia pedir muito mais.
E óbvio, o romance. Uma verdadeira história de amor entre duas pessoas que realmente se encontraram. É preciso ler o livro ou ver o filme para entender que está não é uma história de amor comum. É mais do que isso.
Assim que terminei o livro já sabia que tinha que ver o filme. Não tinha volta a dar. E foi aí que tudo o resto se encaixou e este passou a fazer parte daquele restrito número de filmes e livros que revisitarei vezes se conta. Por este é um daqueles filmes. Que nos toca.
A cena abaixo de Elio com o seu pai é das cenas mais bonitas que vi nos últimos tempos. É, sem duvida, isto que precisamos incentivar nas gerações futuras.
A banda sonoro é perfeita assim como a fotografia do filme. Tudo aquilo que a nossa imaginação cria quando lemos o livro não se desilude quando confrontada com o filme. É tudo ainda mais bonito. Faz tudo muito mais sentido.
Sem dúvida outro ponto forte é a vibe dos anos 80 que vemos nas roupas, imagens, referências pelo filme, tudo.
Com isto, recomendo que vejam o filme, leiam o livro e se são como eu, num instante estarão a pensar marcar as próximas férias para o Norte de Itália e enchendo o armário com t-shirts de banda dos anos 80 e roupas de linho para o Verão :)
Sempre me fascinou como alguém é capaz de escrever a letra de uma musica e dar-lhe melodia, escrever o roteiro de um filme ou simplesmente escrever páginas e páginas de uma mesma história transformando-a num livro.
Há anos atrás, costumava ir ao cinema todas as semanas, às vezes, mais que uma vez, consumia todos os filmes possíveis e imaginários.
Com tempo e a mudança normal da vida, fui deixando de lado alguns hábitos e me tornei uma fervorosa adepta do Netflix e de todas as possibilidades que a plataforma oferece.
Com isso deixei um pouco de estar sempre em cima do acontecimento no que diz respeito a cinema.
Dito isto, eu sei, estou a chegar bastante tarde à festa em relação ao Call me by your name.
Comprei o livro devido ao hype todo mas ficou na estante por vários meses. Passou-se o Óscar e muito se falou sobre o filme.
Quando decidi pegar no livro não sabia o que esperar. Talvez esse tenha sido o segredo do impacto.
Eu realmente não sabia muito sobre a história além do básico. Por isso mesmo, assim que comecei a leitura, comecei a me apaixonar por tudo sobre esta história.
Vamos por partes:
A primeira flecha no meu coração latino. A história passa-se em Itália, mais precisamente no Norte de Itália.
Em Crema e Bergamo. Ora, é impossível não se apaixonar por qualquer coisa que envolva Itália.
Nos primeiros capítulos eu já sabia que estes dois destinos entrariam para a minha Wishlist de viagens, certamente para o top 5 de lugares a visitar.
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| Italy! |
Logo a seguir, os personagens. Elio e Oliver são absolutamente deliciosos enquanto personagens.
São complexos, cheios de dúvidas e certezas, inseguranças e desejos. Navegam pelo cenário de forma tão íntima que é possível imaginar-nos lá, à beira da piscina, trocando ideias sobre música e livros enquanto o sol italiano nos bronzeia. Pontos extras pela construção de personagens cultas e inteligentes. Não podia pedir muito mais.
E óbvio, o romance. Uma verdadeira história de amor entre duas pessoas que realmente se encontraram. É preciso ler o livro ou ver o filme para entender que está não é uma história de amor comum. É mais do que isso.
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| Oliver e Elio |
Assim que terminei o livro já sabia que tinha que ver o filme. Não tinha volta a dar. E foi aí que tudo o resto se encaixou e este passou a fazer parte daquele restrito número de filmes e livros que revisitarei vezes se conta. Por este é um daqueles filmes. Que nos toca.
A cena abaixo de Elio com o seu pai é das cenas mais bonitas que vi nos últimos tempos. É, sem duvida, isto que precisamos incentivar nas gerações futuras.
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| Cena mais comovente do filme. |
A banda sonoro é perfeita assim como a fotografia do filme. Tudo aquilo que a nossa imaginação cria quando lemos o livro não se desilude quando confrontada com o filme. É tudo ainda mais bonito. Faz tudo muito mais sentido.
Sem dúvida outro ponto forte é a vibe dos anos 80 que vemos nas roupas, imagens, referências pelo filme, tudo.
Com isto, recomendo que vejam o filme, leiam o livro e se são como eu, num instante estarão a pensar marcar as próximas férias para o Norte de Itália e enchendo o armário com t-shirts de banda dos anos 80 e roupas de linho para o Verão :)
Resumo dos últimos meses
Faz algum tempo que não escrevo para o blog e na verdade não existe qualquer motivo para isso.
A rotina do dia a dia é quase sempre a mesma e se são como eu e se cansam facilmente de ver as mesmas coisas vezes sem conta a ausência do blog explica-se sozinha.
Não tenho excesso de trabalho, temos tido alguma chuva fora de época, os fins de semana são dedicados a passeios por todos os lugares novos que nos rodeiam e na verdade tudo corre normalmente pelas terras de sua majestade.
Existe alguma ansiedade/expectativa pelo Verão que nunca mais chega mas a minha rotina tem sido tranquila e bastante pacífica nos últimos meses.
Já conhecemos bastante bem Coventry assim como os seus arredores, gosto muito de Birmingham e do que a cidade tem para oferecer ainda que Londres seja de longe a minha cidade preferida de todas as que conheço até agora.
O trabalho tem me proporcionado boas oportunidades, tenho aprendido muito, realmente sinto que cresci profissionalmente e que ainda tenho espaço para fazer mais e melhor. Do ponto de vista pessoal, a mudança para Coventry tem sido bastante positiva e não posso realmente me queixar de nada.
Além de passear muito, tenho dedicado algum tempo aos meus livros, filmes e séries. Tenho aproveitado muito bem tudo o que está ao meu redor e disponível.
Tenho sempre muita sede de preencher o meu tempo com coisas úteis e tenho procurado fazê-lo dentro daquilo que me interessa.
Hoje e amanhã vou ao meu primeiro festival de música por aqui e estou bem curiosa para ver como é a vibe! Sempre fui fã de festivais e conheço quase todos em Portugal por isso as expectativas são altas para 2 dias de muita música e diversão.
O meu mês preferido do ano se aproxima assim como as férias e a expectativa de bons dias cheios de sol e coisas boas.
Com Junho chega também mais um ano de vida que pretendo celebrar da melhor maneira possível. Vivendo.
Até breve.
A rotina do dia a dia é quase sempre a mesma e se são como eu e se cansam facilmente de ver as mesmas coisas vezes sem conta a ausência do blog explica-se sozinha.
Não tenho excesso de trabalho, temos tido alguma chuva fora de época, os fins de semana são dedicados a passeios por todos os lugares novos que nos rodeiam e na verdade tudo corre normalmente pelas terras de sua majestade.
Existe alguma ansiedade/expectativa pelo Verão que nunca mais chega mas a minha rotina tem sido tranquila e bastante pacífica nos últimos meses.
Já conhecemos bastante bem Coventry assim como os seus arredores, gosto muito de Birmingham e do que a cidade tem para oferecer ainda que Londres seja de longe a minha cidade preferida de todas as que conheço até agora.
O trabalho tem me proporcionado boas oportunidades, tenho aprendido muito, realmente sinto que cresci profissionalmente e que ainda tenho espaço para fazer mais e melhor. Do ponto de vista pessoal, a mudança para Coventry tem sido bastante positiva e não posso realmente me queixar de nada.
Além de passear muito, tenho dedicado algum tempo aos meus livros, filmes e séries. Tenho aproveitado muito bem tudo o que está ao meu redor e disponível.
Tenho sempre muita sede de preencher o meu tempo com coisas úteis e tenho procurado fazê-lo dentro daquilo que me interessa.
Hoje e amanhã vou ao meu primeiro festival de música por aqui e estou bem curiosa para ver como é a vibe! Sempre fui fã de festivais e conheço quase todos em Portugal por isso as expectativas são altas para 2 dias de muita música e diversão.
O meu mês preferido do ano se aproxima assim como as férias e a expectativa de bons dias cheios de sol e coisas boas.
Com Junho chega também mais um ano de vida que pretendo celebrar da melhor maneira possível. Vivendo.
Até breve.
Fim de semana #17
O Inverno tem sido muito mais rigoroso do que eu esperava. Está muito frio, tem nevado com frequência e são muitas e muitas camadas de roupa para nos sentirmos confortáveis na rua. Apesar de tudo, isto não é uma queixa. O Inverno rigoroso não me incomoda nada.
Ontem, colocamos as inseguranças em relação ao tempo de lado e fomos para Birmingham. Com neve e tudo. Andamos pela rua, pelas lojas, tudo cheio de gente. Aproveitamos o frio para nos deliciarmos com chocolate quente e bolo. Ficamos pela cidade até mais tarde para experimentar um restaurante novo. Valeu muito a pena.
Estes dias, em que está muito frio, que sentimos que estamos presos e sem grandes possibilidades de fazer nada são às vezes os melhores dias. Coisas que não esperávamos fazer acontecem porque as circunstâncias assim o obrigam. E eu gosto disso.
Hoje pela manhã fomos tratar das compras da semana e ao mesmo tempo que nevava muito as estradas estavam lindas, cheias de neve, as casas branquinhas...adoro ver a cidade assim.
E depois há aquela sensação que estamos aqui mas não estamos. Porque é algo tão diferente do que estou habituada que parece que estamos numa realidade que não é a nossa. Mas em bom.
Agora a neve acalmou, ainda está muito frio, mas o dia será passado em casa, com um bom almoço de domingo, chocolate quente e croissants para o lanche e um bom livro para relaxar a mente.
Janeiro tem passado mais rápido que eu esperava. Aprendi que não devemos desejar que o tempo passe muito depressa mas muitas vezes o desejo é inconsciente. Por isso que o Domingo seja lento e saboroso. Como a vida deve ser.
Ontem, colocamos as inseguranças em relação ao tempo de lado e fomos para Birmingham. Com neve e tudo. Andamos pela rua, pelas lojas, tudo cheio de gente. Aproveitamos o frio para nos deliciarmos com chocolate quente e bolo. Ficamos pela cidade até mais tarde para experimentar um restaurante novo. Valeu muito a pena.
Estes dias, em que está muito frio, que sentimos que estamos presos e sem grandes possibilidades de fazer nada são às vezes os melhores dias. Coisas que não esperávamos fazer acontecem porque as circunstâncias assim o obrigam. E eu gosto disso.
Hoje pela manhã fomos tratar das compras da semana e ao mesmo tempo que nevava muito as estradas estavam lindas, cheias de neve, as casas branquinhas...adoro ver a cidade assim.
E depois há aquela sensação que estamos aqui mas não estamos. Porque é algo tão diferente do que estou habituada que parece que estamos numa realidade que não é a nossa. Mas em bom.
Agora a neve acalmou, ainda está muito frio, mas o dia será passado em casa, com um bom almoço de domingo, chocolate quente e croissants para o lanche e um bom livro para relaxar a mente.
Janeiro tem passado mais rápido que eu esperava. Aprendi que não devemos desejar que o tempo passe muito depressa mas muitas vezes o desejo é inconsciente. Por isso que o Domingo seja lento e saboroso. Como a vida deve ser.
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| Chocolate Quente e Comida Vietnamita |
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| Segundo livro do ano! |
Pela Internet #10
Mais um Domingo! Incrível que amanhã já é dia 15 de Janeiro, meio do mês, num piscar de olhos já e Fevereiro.
Não aguento essa passagem do tempo não! Não estou sabendo lidar!
Como tem corrido essas primeiras semanas do ano pra vocês? Eu tenho estado ocupada com trabalho, organizando a casa, as finanças e também a cabeça.
Existem momentos que sinto a necessidade de fazer coisas novas, ler mais, consumir mais informação como forma de me inspirar a mim mesma a criar coisas novas.
Gosto muito de ler este tipo de posts e quando consigo reunir alguns links que acho que podem realmente agradar acho que vale partilhar.
Esta partilha sincera e muito necessária;
Este vídeo para quem sofre com ansiedade;
Os melhores livros para 2018 segundo a Red Magazine;
Este post que me fez chorar;
Oprah Winfrey e o seu discurso nos Golden Globes;
E por fim, Obama, eterno presidente e melhor pessoa.
Bom Domingo, boas leituras e até breve!
Não aguento essa passagem do tempo não! Não estou sabendo lidar!
Como tem corrido essas primeiras semanas do ano pra vocês? Eu tenho estado ocupada com trabalho, organizando a casa, as finanças e também a cabeça.
Existem momentos que sinto a necessidade de fazer coisas novas, ler mais, consumir mais informação como forma de me inspirar a mim mesma a criar coisas novas.
Gosto muito de ler este tipo de posts e quando consigo reunir alguns links que acho que podem realmente agradar acho que vale partilhar.
Esta partilha sincera e muito necessária;
Este vídeo para quem sofre com ansiedade;
Os melhores livros para 2018 segundo a Red Magazine;
Este post que me fez chorar;
Oprah Winfrey e o seu discurso nos Golden Globes;
E por fim, Obama, eterno presidente e melhor pessoa.
Bom Domingo, boas leituras e até breve!
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| Foto Pinterest. |
2018
Agora que o fim do ano passou e já entramos de forma definitiva em 2018 sinto que tudo já está novamente mais calmo e posso finalmente sentar e planear algumas coisas para o ano novo.
Nada grandioso mas pequenas metas/objectivos que gostaria de cumprir ao longo do ano e que são perfeitamente atingíveis.
Sendo que organização é a palavra chave já tenho a minha agenda/bullet journal a postos para tentar passar algumas das minhas intenções para o papel e para a vida.
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| Foto Pinterest. |
Tenho lido por essa blogosfera vários posts sobre desejos e metas para o novo ano e confesso que gosto de saber o que as pessoas têm em mente e como querem fazer até como forma de me inspirar para fazer o mesmo.
- Ler pelo menos 12 livros em 2018. 1 livro por mês é uma meta razoável e perfeitamente possível de atingir.
- Incluir alguma atividade física na minha semana que dure pelo menos 30m. Que seja uma adição natural e duradoura.
- Viajar. Para qualquer lugar. Ir. Seja de trem, de avião, de carro. Conhecer novos lugares enriquece a mente, o corpo e a alma.
- Me dedicar a mim mesma com mais afinco. Cuidar da pele, do corpo, investir no meu estilo pessoal, na minha auto-confiança e naquilo que me faz feliz.
- Estar sempre mais presente para o meus. Ser presente é tão importante para os outros como para mim mesma. Me considero uma pessoa muito presente, sinto que os amigos não tem razões de queixa mas sei que repetir este mantra vezes sem conta é importante. Isto deve estar na lista de resoluções todos os anos, todos meses, todos os dias.
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Com esses pequenos desejos claro que estão os maiores associados, ter saúde, ser feliz, viver em paz. Fazer o bem, não julgar, consumir de forma mais consciente, comer melhor e muitos outros desejos que vamos acumulando ao longo dos anos.
Não acredito na versão ano novo, vida nova. Acredito que crescer é um processo interno e contínuo e que não acontece da noite para o dia. O velho "agora é que é" não me convence quando repetido todos os anos.
Feliz Ano Novo.
Fim de semana #16
Penúltimo fim de semana do ano. Correria para os preparativos. Comida. Os últimos presentes. Reflexões de fim de ano.
O que vamos deixar em 2017. O que queremos levar para 2018. Em tempos de fast food e gift cards é tempo de abrandar. Rever. Pensar melhor.
Este ano, abrandei. Comprei menos. Escrevi mais. Guardei mais momentos no telefone mas também no coração. Viajei e fiz muitos planos. Concretizei alguns. Outros terão que esperar.
Que esta semana seja levada a ritmo lento e que o espírito de Natal se estenda pelas semanas seguintes. Pelos meses seguintes. Pelos anos seguintes.
Boa semana e Feliz Natal.
Almost the last weekend of the year. Everyone running around. Food. The last Christmas shopping. End of year reflections.
What we will leave in 2017. What we want to take to 2018. In times of fast food and gift cards it is time to slow down. To review. Think better.
This year, I slowed down. I bought less. I wrote more. I kept more moments on the phone but also in my heart. I traveled and made many plans. I have managed to fulfil some of them. Others will have to wait.
May this week be taken at a slow pace and may the spirit of Christmas be extended for the next few weeks. For the next few months. For years to come.
Good week and Merry Christmas.
O que vamos deixar em 2017. O que queremos levar para 2018. Em tempos de fast food e gift cards é tempo de abrandar. Rever. Pensar melhor.
Este ano, abrandei. Comprei menos. Escrevi mais. Guardei mais momentos no telefone mas também no coração. Viajei e fiz muitos planos. Concretizei alguns. Outros terão que esperar.
Que esta semana seja levada a ritmo lento e que o espírito de Natal se estenda pelas semanas seguintes. Pelos meses seguintes. Pelos anos seguintes.
Boa semana e Feliz Natal.
Almost the last weekend of the year. Everyone running around. Food. The last Christmas shopping. End of year reflections.
What we will leave in 2017. What we want to take to 2018. In times of fast food and gift cards it is time to slow down. To review. Think better.
This year, I slowed down. I bought less. I wrote more. I kept more moments on the phone but also in my heart. I traveled and made many plans. I have managed to fulfil some of them. Others will have to wait.
May this week be taken at a slow pace and may the spirit of Christmas be extended for the next few weeks. For the next few months. For years to come.
Good week and Merry Christmas.
Fim de semana #15
Gente, está nevando horrores por aqui. Está tudo lindo. Branquinho. É a primeira vez que vejo tanta neve. Estou amando. Acho que deu para perceber.
Dezembro até agora tem sido um mês delícia. Tudo o que se pode esperar dessa época do ano está tendo.
As semanas de trabalho já estão mais calmas, estamos todos em ritmo mais reduzido e é ótimo poder aproveitar bem as semanas antes do Natal. Tudo passa tão rápido que temos mesmo que aproveitar.
Ontem aproveitamos para passar o dia na cidade para finalizar as nossas comprinhas de Natal e apesar de muito frio estava muito bom. A cidade estava composta, muitas pessoas no Mercado de Natal, cheio de comida e vinho pelas ruas. E uma sensação boa de estarmos em casa.
Hoje, passaremos o dia em casa, a apreciar a neve pela janela. Neva tanto que acho que não vai dar para fazer nada. Só mesmo aproveitar o Domingo da melhor maneira possível. Já fiz a minha tentativa de andar pela neve e pelo menos aquecer um pouco o carro.
Bom Domingo é até breve.
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Guys, it's snowing a lot around here. It's beautiful. White. It's the first time I see so much snow. I'm loving it. I think you can tell that I feel like a little kid on Christmas day.
December so far has been a delightful month. Everything you can expect from this time of year is happening. I'm so happy with that. Everything has worked out so well for us.
Work is calmer and we are all at a slower pace and it is great to enjoy well the weeks before Christmas. Everything goes by so fast that we really have to take advantage of everything and just enjoy.
Yesterday we spend the day in the city to finalize our Christmas shopping and although it was very cold it was a lovely day. The city was full, many people at the Christmas Market and the city smelled of food and wine through the streets. It feels good to be home.
Today, we will spend the day at home, enjoying the snow through the window. It snows so much that I think it will not do anything. Just enjoy Sunday the best way possible. I have already made my attempt to walk in the snow and at least warm up the car a bit.
Good Sunday!
Dezembro até agora tem sido um mês delícia. Tudo o que se pode esperar dessa época do ano está tendo.
As semanas de trabalho já estão mais calmas, estamos todos em ritmo mais reduzido e é ótimo poder aproveitar bem as semanas antes do Natal. Tudo passa tão rápido que temos mesmo que aproveitar.
Ontem aproveitamos para passar o dia na cidade para finalizar as nossas comprinhas de Natal e apesar de muito frio estava muito bom. A cidade estava composta, muitas pessoas no Mercado de Natal, cheio de comida e vinho pelas ruas. E uma sensação boa de estarmos em casa.
Hoje, passaremos o dia em casa, a apreciar a neve pela janela. Neva tanto que acho que não vai dar para fazer nada. Só mesmo aproveitar o Domingo da melhor maneira possível. Já fiz a minha tentativa de andar pela neve e pelo menos aquecer um pouco o carro.
Bom Domingo é até breve.
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Guys, it's snowing a lot around here. It's beautiful. White. It's the first time I see so much snow. I'm loving it. I think you can tell that I feel like a little kid on Christmas day.
December so far has been a delightful month. Everything you can expect from this time of year is happening. I'm so happy with that. Everything has worked out so well for us.
Work is calmer and we are all at a slower pace and it is great to enjoy well the weeks before Christmas. Everything goes by so fast that we really have to take advantage of everything and just enjoy.
Yesterday we spend the day in the city to finalize our Christmas shopping and although it was very cold it was a lovely day. The city was full, many people at the Christmas Market and the city smelled of food and wine through the streets. It feels good to be home.
Today, we will spend the day at home, enjoying the snow through the window. It snows so much that I think it will not do anything. Just enjoy Sunday the best way possible. I have already made my attempt to walk in the snow and at least warm up the car a bit.
Good Sunday!
Seja bem-vindo Dezembro
Dezembro. DE-ZEM-BRO.
Daqui há exatamente 28 dias viramos o ano e estaremos em 2018. Ainda me lembro de ser pequena e pensar que 2020 estava lá longe e como seria viver num mundo tão evoluído. As crianças e a visão romântica do mundo.
Dizia um poeta brasileiro há poucos dias na TV que a vida é um de repente e que só lá na frente, no dia da partida, saberíamos que na vida não importa o quão depressa chegamos mas sim o quão boa é a nossa caminhada. Que a pressa nos impede de ver o caminho, de apreciar a paisagem, de tropeçar e ter tempo para levantar.
Nunca desejei que o tempo parasse tanto como agora. Não quero que os fins de semana cheguem, que os dias acabem, que as férias cheguem. Não tenho qualquer desejo para o novo ano que não seja aproveitar TUDO que a vida tem para oferecer.
A vida é muito curta. Isso nunca fez tanto sentido como nos últimos anos.
Mas o tempo não perdoa e ele passa. Passa rápido, passa ligeiro, passa por todos sem excepção.
E assim como os anos anteriores, 2017 também passou. Se 2016 foi um ano que quase todos queríamos ver pelas costas pelos mais diversos motivos acho que 2017 foi igualmente catastrófico para mundo. Nunca pensei tanto no rumo que estamos a dar ao nosso planeta, na nossa humanidade, como as nossas crianças são criadas. Nunca me preocupei tanto com aquilo que consumo como em 2017.
Mas, sou muito afortunada e sim que preciso agradecer mais vezes e mais alto e 2017 foi um ano particularmente bom para mim. Nos mais variados campos.
Mudei de casa;
Mudei de cidade;
Cresci profissionalmente;
O blogue mudou a cara e cresceu mais do que eu esperava;
A minha sobrinha Helena nasceu.
Fiz amigos no país que escolhi viver;
Visitei lugares novos;
Fiz 36 anos rodeada de amigos;
Conheci um país e uma cidade nova, inesperadamente.
Tive medo e inseguranças mas segui em frente e fui recompensada por isso.
E fui, acima de tudo, feliz.
Que o mês de Dezembro seja mágico para todos.
Bom Domingo.
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December. DE-CEM-BER.
In exactly 28 days it will be 2018. I still remember being a kid and thinking that 2020 was far away and what it would be like to live in such an evolved world. You gotta love a kids imagination.
A Brazilian poet said a few days ago on TV that life is goes by too quickly and that only ahead in the day of departure, we would know that in life it does not matter how fast we go but how good is our journey. That haste prevents us from seeing the way, to appreciate the landscape, to stumble and have time to get up.
I never wanted time to stop as much as now. I do not want weekends to come, days to end, vacations to come. I have no desire for the new year other than to enjoy EVERYTHING that life has to offer.
Life is too short. This has never made as much sense as in recent years.
But time does not forgive and it passes. Passes fast, passes lightly, passes by everyone without exception.
And just like the previous years, 2017 also passed. If 2016 was a year that almost all of us wanted to see behind our backs for the most diverse reasons I think 2017 was equally catastrophic for the world.
I have never thought so much about what we are doing to our planet, in what is happening with human kind, as our children are being raised. I've never cared so much about what I bought like in 2017.
But, I'm very lucky, and I need to thank the universe more and more often and 2017 was a particularly good year for me. In the most varied fields.
I moved house;
I moved the city;
I grew professionally;
The blog changed the face and grew more than I expected;
My niece Helena was born;
I made friends in the country I chose to live;
I have visited new places;
I was 36 surrounded by friends;
I have known a country and a new city, unexpectedly.
I was afraid and had a few insecurities but I moved on and was rewarded for it.
And I was, above all, happy.
May the month of December be magic for everyone.
Good Sunday.
Daqui há exatamente 28 dias viramos o ano e estaremos em 2018. Ainda me lembro de ser pequena e pensar que 2020 estava lá longe e como seria viver num mundo tão evoluído. As crianças e a visão romântica do mundo.
Dizia um poeta brasileiro há poucos dias na TV que a vida é um de repente e que só lá na frente, no dia da partida, saberíamos que na vida não importa o quão depressa chegamos mas sim o quão boa é a nossa caminhada. Que a pressa nos impede de ver o caminho, de apreciar a paisagem, de tropeçar e ter tempo para levantar.
Nunca desejei que o tempo parasse tanto como agora. Não quero que os fins de semana cheguem, que os dias acabem, que as férias cheguem. Não tenho qualquer desejo para o novo ano que não seja aproveitar TUDO que a vida tem para oferecer.
A vida é muito curta. Isso nunca fez tanto sentido como nos últimos anos.
Mas o tempo não perdoa e ele passa. Passa rápido, passa ligeiro, passa por todos sem excepção.
E assim como os anos anteriores, 2017 também passou. Se 2016 foi um ano que quase todos queríamos ver pelas costas pelos mais diversos motivos acho que 2017 foi igualmente catastrófico para mundo. Nunca pensei tanto no rumo que estamos a dar ao nosso planeta, na nossa humanidade, como as nossas crianças são criadas. Nunca me preocupei tanto com aquilo que consumo como em 2017.
Mas, sou muito afortunada e sim que preciso agradecer mais vezes e mais alto e 2017 foi um ano particularmente bom para mim. Nos mais variados campos.
Mudei de casa;
Mudei de cidade;
Cresci profissionalmente;
O blogue mudou a cara e cresceu mais do que eu esperava;
A minha sobrinha Helena nasceu.
Fiz amigos no país que escolhi viver;
Visitei lugares novos;
Fiz 36 anos rodeada de amigos;
Conheci um país e uma cidade nova, inesperadamente.
Tive medo e inseguranças mas segui em frente e fui recompensada por isso.
E fui, acima de tudo, feliz.
Que o mês de Dezembro seja mágico para todos.
Bom Domingo.
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December. DE-CEM-BER.
In exactly 28 days it will be 2018. I still remember being a kid and thinking that 2020 was far away and what it would be like to live in such an evolved world. You gotta love a kids imagination.
A Brazilian poet said a few days ago on TV that life is goes by too quickly and that only ahead in the day of departure, we would know that in life it does not matter how fast we go but how good is our journey. That haste prevents us from seeing the way, to appreciate the landscape, to stumble and have time to get up.
I never wanted time to stop as much as now. I do not want weekends to come, days to end, vacations to come. I have no desire for the new year other than to enjoy EVERYTHING that life has to offer.
Life is too short. This has never made as much sense as in recent years.
But time does not forgive and it passes. Passes fast, passes lightly, passes by everyone without exception.
And just like the previous years, 2017 also passed. If 2016 was a year that almost all of us wanted to see behind our backs for the most diverse reasons I think 2017 was equally catastrophic for the world.
I have never thought so much about what we are doing to our planet, in what is happening with human kind, as our children are being raised. I've never cared so much about what I bought like in 2017.
But, I'm very lucky, and I need to thank the universe more and more often and 2017 was a particularly good year for me. In the most varied fields.
I moved house;
I moved the city;
I grew professionally;
The blog changed the face and grew more than I expected;
My niece Helena was born;
I made friends in the country I chose to live;
I have visited new places;
I was 36 surrounded by friends;
I have known a country and a new city, unexpectedly.
I was afraid and had a few insecurities but I moved on and was rewarded for it.
And I was, above all, happy.
May the month of December be magic for everyone.
Good Sunday.
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